sexta-feira, abril 11, 2008

Fechei os olhos e lembrei-me dos tempos de infância quando cantávamos este coro na igreja. Uma igreja cheia, onde havia comunhão, partilha, amigos...

"Cristo, nome mais alto, Salvador nosso, Glorioso Senhor.
Emanuel, Deus é connosco, fonte de vida, Cordeiro de Deus.

Emanuel, Emanuel, Seu nome é Emanuel"

quarta-feira, abril 09, 2008

Mais uma bomba na igreja e mais uma desilusão. Mas afinal todos erramos, todos metemos a pata na poça, mas quando isso acontece com alguém da liderança ficamos muito chocados. Não sei porquê, eles são tão humanos como nós.

O pior é quando se tenta abafar o erro e tapar o sol com a peneira... somos todos muito espirituais, tentamos todos ser muito santinhos mas a verdade é que "herrar é umano" (lol).

Enfim... fiquei triste, mas agora sou eu que os vou confrontar com várias coisas, para perceberem que nós não andamos a dormir e apercebemo-nos do que se vai passando.

sábado, abril 05, 2008

Noite no Ondeando!

Nunca fui menina de discotecas...o facto de ser asmática e não suportar ambientes cheios de fumo, para além dos meus pais também não verem a frequência desses locais como o mais adequado para mim, e ainda o facto de ter crescido na igreja onde isso era (e é) muito mal visto... fez-me afastar dessa opção.

Sempre gostei de dançar (tudo menos martelos, por favor) e hoje com 27 anos fui para aí umas 4 vezes a uma discoteca. Com a nova lei do tabaco, as coisas ficam muito melhores mas não é uma vida que aprecie fazer com regularidade. Não dormir, passar umas quantas horas a dançar e beber (outra coisa que não faço, aliás, só sumos e água) e passar o dia seguinte a dormir.

Bem, ontem (ou direi hoje?) fomos ao Ondeando, para quem nao conhece, é uma discoteca africana na Costa da Caparica. Foram 6 horas (com algumas interrupções para descansar, claro) a dançar kizomba e kuduro. E os irmãos da igreja não me venham dizer que é errado. Dancei com o meu marido e com dois primos meus e depois? Aprendi mais um pouco (dizem que tenho uma veia de dançarina...lol, mas não tenho sangue africano!)

Chegámos a casa às 7h, já o sol nascera e dormimos até às 15h. Volto a dizer, não é um tipo de vida que aprecie (há quem faça isto todos os fins-de-semana), mas uma vez por ano não me faz mal nenhum.

Gostei (ah, e chegar a casa e a roupa não estar empestada de tabaco, foi óptimo).
É tão difícil explicar às crianças os erros dos adultos. Explicar porque é que a professora (e líder) de escola dominical há tantos (15) anos se foi embora. Explicar porque é que andamos todos (também já só restamos 4 professores) tão desmotivados. Há coisas que não dá para explicar aos mais pequenos, que vêem em nós um exemplo.

A vida para muitos deles já é tão complicada lá em casa, que encontram na Escola Dominical um refúgio ao Domingo... não é justo que não encontrem o que precisam e os erros e quedas dos adultos interfiram nisso.

Misericórdia para todos (começando por mim, claro) é o que peço a Deus.

quarta-feira, abril 02, 2008

De volta à água

Hoje voltei à natação... duas semanas ausente e já tinha saudades.
Faz-me bem estar na água e sabe tão bem!

terça-feira, abril 01, 2008

Ontem era o dia da tão esperada reunião com o Presidente da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, em Lisboa. O objectivo era apresentar-lhe o meu projecto de tese, e pedir-lhe autorização para realizar a investigação numa Comissão de Protecção de Crianças e Jovens.

Afinal a assessora disse-me que não era preciso ele dar autorização, porque a lei prevê que seja sempre o presidente da comissão onde quero fazer o estudo. No caso é Sintra Oriental (no Cacém). Mas se eu quisesse podia falar com ele na mesma...acabei por me vir embora. Uma pessoa tão ocupada como ele terá, com certeza, mais que fazer.
Não vos vou maçar com as minhas "aventuras" no Amadora Sintra, mas digo-vos que mesmo em dia de jogo do Benfica, mesmo sendo um Domingo à noite, mesmo tendo uma médica conhecida de uma amiga minha lá dentro...mesmo assim, estive lá 3 horas e no fim ouvi outra vez a maldita frase: "Se amanha continuar assim, venha cá outra vez!"
Ia-me caindo tudo. Não queria acreditar.
E se não fosse a tal médica conhecida, não estaria a tomar antibiótico e provavelmente a febre e as dores perto do apêndice teriam continuado.