O ser humano é extraordinariamente complexo. Como é possível uma mulher viver com um homem 14 anos, a ser agredida diariamente e depois de conseguir o divórcio continuarem a viver na mesma casa. Uma criança de agora 4 anos a assistir no 1º ano de vida às agressões. Actualmente vivem na mesma casa, mas não existe qq relacionamento entre eles. A mulher está numa constante pressão psicológica para que ele não tenha nada por onde pegar, para não haver conflitos, o que a faz estar numa dependência do homem que lhe deixou marcas profundas.
O sistema de protecção às vítimas em Portugal não funciona como era de desejar e infelizmente isto acontece com maior frequência do que se poderia pensar.
Tive pena desta mulher porque apesar de estar a tentar ultrapassar tudo isto, aparentemente feliz, quando perguntou à técnica:
"A Dr.ª acha que estou melhor? Menos nervosa?"
Ao que a técnica respondeu : "Não, não acho. A Senhora está com medo constante do seu ex-marido"
A senhora começou a chorar imediatamente.
Gostava de ter-lhe dado um abraço naquele momento, mas não podia.
quinta-feira, julho 17, 2008
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Marta
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quinta-feira, julho 17, 2008
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quarta-feira, julho 16, 2008
Quinta da Fonte
Na linha de Cascais é uma zona industrial onde estão instalados os escritórios de empresas como a Procter & Gamble, a Edinfor, a Merck Sharp & Dome. Em Loures a Quinta da Fonte é um bairro de realojamento. Ali "depositaram" ciganos, pretos, brancos que moravam no espaço que
é hoje o Parque das Nações. Foi a solução mais rápida e barata que havia, esquecendo que juntar num "gueto" pessoas com culturas tão diferentes poderia, mais cedo ou mais tarde, dar molho (neste caso, tiroteio).
O nome a lembrar o campo, o amarelo bonito dos prédios em ruas com alguns espaços verdes não chegaram para manter um bom ambiente no bairro e na 6ª f as armas sairam à rua. De onde vieram tantas armas ilegais?? Cada um dê as suas respostas.
A verdade é que passada esta turbulência, os ciganos pedem novas casas... realmente incrível foi a Câmara de Loures ainda ter ponderado atribuir-lhas. Portanto, a lógica é esta: montamos uma barraca no meio de um descampado, logo vêm mais uns quantos assentar arraial e assim nasce um bairro de barracas.
Entretanto, e como até dá mau aspecto à freguesia e ao concelho e já lá estão há alguns anos, a Câmara decide atribuir casas a estas famílias. Um bairro bonito, bem cuidado, prédios baixos (porque quantos menos condóminos menos probabilidade há de haver confusão). Na 1ª semana tudo se mantém na mesma. Com o passar dos meses os prédios ficam sem portas, os elevadores deixam de funcionar, as escadas estão imundas, a entrada dos prédios está um nojo...
Os conflitos começam a surgir. Mas não me digam que os pretos foram bater à porta dos ciganos para lhes dar uma tareia. Sim, porque os ciganos são inocentes. Aliás, nós até vimos nas notícias os pretos com as armas. Os ciganos estavam quietinhos nas suas casas.
Please, começo a ficar farta destas palhaçadas. Se tivessem de pagar uma casa durante 40 anos, não iam pedir a ninguém para mudarem de casa porque os vizinhos são isto ou fazem aquilo. Felizmente a Câmara não se compadeceu e vai mandá-los todos de volta para o bairro. Mais nada. Entendam-se e não arranjem problemas.
Neste país os ciganos são as eternas vítimas...
é hoje o Parque das Nações. Foi a solução mais rápida e barata que havia, esquecendo que juntar num "gueto" pessoas com culturas tão diferentes poderia, mais cedo ou mais tarde, dar molho (neste caso, tiroteio).
O nome a lembrar o campo, o amarelo bonito dos prédios em ruas com alguns espaços verdes não chegaram para manter um bom ambiente no bairro e na 6ª f as armas sairam à rua. De onde vieram tantas armas ilegais?? Cada um dê as suas respostas.
A verdade é que passada esta turbulência, os ciganos pedem novas casas... realmente incrível foi a Câmara de Loures ainda ter ponderado atribuir-lhas. Portanto, a lógica é esta: montamos uma barraca no meio de um descampado, logo vêm mais uns quantos assentar arraial e assim nasce um bairro de barracas.
Entretanto, e como até dá mau aspecto à freguesia e ao concelho e já lá estão há alguns anos, a Câmara decide atribuir casas a estas famílias. Um bairro bonito, bem cuidado, prédios baixos (porque quantos menos condóminos menos probabilidade há de haver confusão). Na 1ª semana tudo se mantém na mesma. Com o passar dos meses os prédios ficam sem portas, os elevadores deixam de funcionar, as escadas estão imundas, a entrada dos prédios está um nojo...
Os conflitos começam a surgir. Mas não me digam que os pretos foram bater à porta dos ciganos para lhes dar uma tareia. Sim, porque os ciganos são inocentes. Aliás, nós até vimos nas notícias os pretos com as armas. Os ciganos estavam quietinhos nas suas casas.
Please, começo a ficar farta destas palhaçadas. Se tivessem de pagar uma casa durante 40 anos, não iam pedir a ninguém para mudarem de casa porque os vizinhos são isto ou fazem aquilo. Felizmente a Câmara não se compadeceu e vai mandá-los todos de volta para o bairro. Mais nada. Entendam-se e não arranjem problemas.
Neste país os ciganos são as eternas vítimas...
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quarta-feira, julho 16, 2008
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terça-feira, julho 15, 2008
Mas por que será que nas estações de combóio mais movimentadas da linha de Sintra, há sempre uma banca do Meo, ou da TV Cabo, ou do Clix, ou do Sapo... somos bombardeados por publicidade enquanto o queremos mesmo é ver se não perdemos o combóio.
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terça-feira, julho 15, 2008
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quarta-feira, julho 09, 2008
Maus tratos
Em Portugal deviam pensar em passar este vídeo em horário nobre.
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Marta
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quarta-feira, julho 09, 2008
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Na 2ª feira terminei a formação sobre Maus tratos a crianças e adolescentes no ISPA. Foi simplesmente fantástica...
é incrível como a nossa mente, ou sei lá o quê, consegue criar mecanismos de defesa face às situações tão graves, nojentas e sei lá como classificá-las, que ouvimos. Parece que nos tornamos frios ao falar das coisas, mas é a única forma de manter a nossa saúde mental.
O Ricky nem quer ouvir dos casos que aparecem lá na comissão.
Apesar de já fazerem parte do meu dia-a-dia, não deixam de impressionar pelo grau de perversidade, maldade, pelos pormenores... como é possível seres humanos (normalmente pais e mães) fazerem isto a outro ser humano???
é incrível como a nossa mente, ou sei lá o quê, consegue criar mecanismos de defesa face às situações tão graves, nojentas e sei lá como classificá-las, que ouvimos. Parece que nos tornamos frios ao falar das coisas, mas é a única forma de manter a nossa saúde mental.
O Ricky nem quer ouvir dos casos que aparecem lá na comissão.
Apesar de já fazerem parte do meu dia-a-dia, não deixam de impressionar pelo grau de perversidade, maldade, pelos pormenores... como é possível seres humanos (normalmente pais e mães) fazerem isto a outro ser humano???
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quarta-feira, julho 09, 2008
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domingo, julho 06, 2008
Nem vou falar do culto de hoje e do que foi anunciado...só digo que o mais provável é ter sido o nosso último naquela igreja. Sem decisões precipitadas mas há que tomar algumas dentro de pouco tempo.
Estou triste, tenho visto muita gente mesmo em baixo e há pessoas que parece que não estão nada preocupados com os outros...
Estou triste, tenho visto muita gente mesmo em baixo e há pessoas que parece que não estão nada preocupados com os outros...
Família
Ontem fomos ao casamento de uma sobrinha neta da Avó Tina, do lado do avô Rodrigues que já morreu. Foi muito engraçado conhecer tantos antecessores do meu marido. Muitos, mas muitos eram indianos. Até descobri que havia uma família nepalesa que era comerciante e que foram para Goa a fugir à peste. Entretanto um general francês foi para Goa combater e ali se casou com a filha desta família nepalesa. Assim nasceu o bisavô do meu marido...
Gostava mesmo de fazer uma árvore genealógica mas é tanta família que é mm difícil. Há muita informação que não sei.
Entretanto encontrei um chefe da PSP de Queluz que tinha conhecido na CPCJ do Cacém na passada 3ª feira...afinal é primo direito da minha sogra. O mundo é mesmo pequeno.
Gostava mesmo de fazer uma árvore genealógica mas é tanta família que é mm difícil. Há muita informação que não sei.
Entretanto encontrei um chefe da PSP de Queluz que tinha conhecido na CPCJ do Cacém na passada 3ª feira...afinal é primo direito da minha sogra. O mundo é mesmo pequeno.
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