sexta-feira, setembro 05, 2008

ligeira mudança


de visual.


No final do Verão, que é como quem diz no final das férias, gosto sempre de cortar o cabelo. O Sol, o sal e o vento da praia "aconselham" a que faça isto


quinta-feira, setembro 04, 2008

Apesar do dia chuvoso de ontem, hoje o sol resolveu abrir. Estivemos por casa a jogar buzz, a percorrer a feira de ponte da barca (pelos vistos é à 4ª f) e a jogar às cartas. A senhora que nos alugou a casa trouxe-nos um lanchinho.

Hoje fomos a Ponte de Lima e a Viana do Castelo.

Daqui a pouco o Ricky e o Bruno vão andar de Kayak aqui no rio e nós ficamos a tirar fotos... vai ser só rir. Estes dois juntos fazem a festa, atiram os foguetes, apanham as canas, é só disparate.

Continuemos com as férias que estão a ser óptimas.

domingo, agosto 31, 2008

de férias... outra vez


Já chegámos ao Norte, mais precisamente a Ponte da Barca. O nosso país tem realmente paisagens fantásticas. Parámos no Porto para almoçar (a francesinha estava óptima) e chegámos a Ponte da Barca às 18h. Lindíssimo.


A minha hora preferida do dia é esta, por isso tudo parece ainda mais bonito. Tudo acalma, a luz vai diminuindo e os últimos raios de sol aparecem escondidos entre as árvores, reflectidos no rio. Está bom tempo, nem uma ponta de vento e esta varanda virada para o rio é espetacular.
Deus é bom, e proporciona-nos momentos assim, únicos!

sábado, agosto 30, 2008

Fico revoltada, mesmo muito, quando vejo estas coisas.
Numa reportagem sobre a entrega de casas de realojamento na quinta das mós, em Loures, uma nova residente daquela urbanização ainda tem a lata de dizer:
"Uma casa com dois quartos e só um deles tem roupeiro, para 3 pessoas. Onde é que eu vou pôr a roupa? Vou pô-la na rua"

Realmente, a quem mais se dá, mais exigem. Dão-lhe uma casa, não tem de se preocupar com nada, nem tratar de papéis, nem fazer simulações para ver qual o banco que dá melhores condições, nem sequer tratar dos papéis na câmara, porque é a própria câmara que lhe dá (DÁ) uma casa e ainda refila. Não tem de ter quase um ordenado para pagar a renda durante os próximos 40 (ou 50) anos da sua vida e ainda refila porque só tem um roupeiro.
Talvez se vendesse o telemóvel 3G que tem, ou o MP3 do filho, já possa comprar um roupeiro no IKEA ou na Moviflor...mas não, esta gente deve estar à espera que lhes vão lá a casa pôr a mobília e que arrumem a casa por eles.

Este país cada vez está mais vergonhoso. Mesmo com rendas de 5 € há muitos que não pagam...obrigada, com rendas assim (e em atraso), eu também conseguia ter um BMW, um Audi ou uma carrinha novinha em folha de 9 lugares à porta de casa (não estão na garagem porque felizmente estes políticos ainda não tiveram a ideia de fazer prédios de realojamento com garagem). Mas nunca se sabe... noutro dia fomos jantar a casa de uns amigos que moram na linha de Cascais e perto do condomínio onde vivem estão a ser construídas moradias de realojamento... ATENÇÃO: MORADIAS DE REALOJAMENTO. Pensei que já tinha visto tudo, mas afinal não.

Vou mas é montar uma barraca no meio de um descampado, e vou dizer aos meus amigos para fazerem o mesmo, assim, somos muitos e daqui a uns tempos têm de nos dar casas porque não pode haver barracas em Portugal e porque não temos meios de subsistência (claro, que temos de mudar as nossas identidades).

Desculpem, mas a revolta faz-me inventar estas parvoíces... não há direito!!!!

quarta-feira, agosto 27, 2008

Motards são sempre mal vistos

O Ricky chega à bomba da BP, tenta pôr gasolina na mota duas vezes mas aquilo não funcionava. Foi à caixa:

-"O que se passa com a bomba 3?"
- "Ah, sabe o que é, só depois de tirar o capacete, passado um bocado é que a bomba activa"
- " Tenho cara de estúpido eu?", pergunta o Ricky já um bocado passado (o que é raro). - "Então porque é que não põem esse aviso estúpido lá bomba?"

E depois desta desculpa tão ridícula, lá foi atestar a mota.

segunda-feira, agosto 25, 2008

Aquele olhar triste de 8 anos, disse muita coisa. O sorriso que me retribuiu quando eu lhe fiz sinal de "fixe" com o dedo, trouxe alguma esperança, mas mostrou-me que aquela ainda curta vida tem sido rejeitado desde muito cedo. Uma mãe que diz durante todo o atendimento que sempre soube que aquele filho só lhe ia trazer problemas... deu-me vontade de chorar quando o vi lá fora na sala de espera. Pareceu ao mm tempo tão frágil e desprotegido.
Vai ser institucionalizado, mesmo com alguma hesitação por parte da mãe, porque neste momento ela não consegue proporcionar-lhe tudo o que ele precisa (sobretudo afecto, equilíbrio, amor...). Ela tb vai sofrer com esta separação, mas tem de pensar sempre primeiro na criança, e neste momento ele precisa muito de estabilidade.

É triste quando aqueles que deveriam ser os primeiros a proteger, são os causadores de tanto sofrimento. Deus guarde aquela criança.

domingo, agosto 24, 2008

Depois de 4 dias desaparecida, a chave do nosso carro foi encontrada. Na 3ª feira passada levei a chave para ver se podiam pôr uma pilha, mas a loja estava fechada e voltei para casa (vinha a pé). No dia seguinte de manhã, quando íamos a sair, percebemos que a chave não estava no sítio do costume... corremos tudo e nada.

4ª feira andei a pensar nisso todo o dia, super preocupada, a andar com a suplente. Até que na 5ª feira, entreguei mesmo nas mãos de Deus e tentei descansar, mas sempre com a certeza lá no fundo que ela ia aparecer.

Perguntei em 2 cafés aqui na urbanização e nada...

No Sábado de manhã estava a apetecer-me picanha para o almoço e resolvi ir (pela 1ª vez) ao talho aqui da esquina. Quando entro, estava a chave pendurada numa lata de salsichas.
"Uma senhora encontrou-a ao pé do caixote do lixo e entregou-a aqui. Se é sua pode levá.la. Já ganhou o dia".
Pois já, principalmente porque a chave iria custar perto de 150 €.

Deus é bom e afinal ainda há pessoas honestas.