quinta-feira, junho 11, 2009

passeios




Ontem estivemos mais por casa, hoje mais por fora. De manhã fomos até à Nazaré ter com a sogra, Vó Tina e uns primos do Ricky (e meus, claro), subimos no ascensor ao sítio. Viemos todos almoçar ao Juncal e à tarde passeámos, tomámos café nos bombeiros e passeámos por aqui.
O tempo aqueceu, o sol nao se envergonhou e as nuvens foram para outras paragens.
Resultado: nariz queimadito.
Os familiares voltaram para a selva urbana, e a Sara e o Sérgio (com a Rebeca que nos encheu a casa por 2 dias), voltaram para a Malveira passado um bocado. É bom recber os amigos.
No final do dia estive na varanda do último andar a ler e a orar. É a minha hora preferida do dia.Terminámos o dia com cheiro a doce de damasco que a tia Zita fez.

terça-feira, junho 09, 2009

natureza


Gosto do contacto com a natureza. Gosto de apanhar fruta das árvores. Até gosto de sentir uma formiga a subir-me pela perna e uma joaninha pousada na minha camisola. Gosto do sossego, da silêncio do campo, do cantar dos pássaros, da pachorrice das pessoas que passam por nós na rua.

Férias

Só chegámos no Domingo porque os senhores governantes se lembraram de marcar eleições para um fim-de-semana que seria o início de férias para muitos portugueses (e porque, claro está, ainda não inventaram um sistema que nos permita votar sem estarmos na nossa freguesia).

O Juncal, sempre igual, sempre calmo, sempre convidativo a umas mini (ou mais prolongadas) férias.

Hoje fui aos correios e fiquei chateada com o imenso tempo que estive na fila, 30 segundos. lol.

Fui à frutaria e a cliente que estava à minha frente pôs-se na conversa com a senhora da caixa, e eu à espera. Nós, da cidade, estamos muito mal habituados: ficamos irritados com estas conversas que até nem são de circunstância (porque as pessoas conhecem-se mesmo) que nos fazem ficar à espera de sermos atendidos, e esquecemo-nos que em Lisboa (ou noutra grande cidade) estamos muito mais tempo à espera só pelo facto de sermos muitos mais a ir aos mesmos sítios.
Tenho de aprender que aqui a vida não se vive a mil à hora e que o tempo que se poupa no trânsito, nos transportes e noutras coisas, dá para o cliente que está à nossa frente poder conversar à vontade com a senhora da caixa.

segunda-feira, junho 08, 2009

Uns anos mais tarde, já tinha aprendido que por vezes a ironia e uma personalidade forte atingem mais os outros do que uma resposta torta (apesar de verdadeira). No 8º ou 9º ano, grande parte dos colegas tinha uma mochila Monte Campo, as mochilas da moda que eram tão caras apenas pela marca, mas que, claro está, todos queriam ter. Eu escolhi uma das Dunas, uma marca de uma loja de desporto, que custava metade do preço e assim fui para a escola nem me lembrando sequer da marca da mochila que tinha nas costas...
Um colega logo no 1º dia diz-me:
"Ah, mas tu não tens uma Monte Campo", ao que prontamente respondi:
"Sim, não tenho uma Monte Campo, para quê? Todos têm uma igual, andam-se todos a imitar uns aos outros com coisas iguais. Que piada é que isso tem? Pelo menos eu sou original e uma mochila igual à minha ninguém tem uma!"

Toma lá que já almoçaste. Claro que ele não me disse mais nada, nem sequer teve reacção.

Respostas prontas mas tortas

De vez em quando a minha mãe lembra-se de algumas respostas que eu dava a colegas, a pessoas que encontrávamos na rua... algumas das quais eu nem me lembro. Ontem relembrou-me uma delas.
Eu queria uns ténis de marca e depois de muito insistir a minha mãe tentou mais uma vez explicar-me que por nós sermos 3 imãos, não podíamos ter tudo, que etc, etc... até que eu respondo-lhe:
"Mas a S. (uma colega da escola) tem uns ténis de marca e a mãe é porteira"
"Pois é, mas tu não me disseste que eles parece que estão à espera que a avó morra para irem viver para a casa dela no bairro de Sta Cruz? Mas nós estamos a pagar uma casa e não podemos ter tudo"... e a conversa ficou por ali.

Uns dias mais tarde essa minha colega chateou-me a cabeça por eu não ter uns ténis de marca e eu não a poupei:
"pois é, não tenho uns ténis de marca, mas pelo menos os meus pais têm uma casa, que estão a pagar e não estão à espera que a minha avó morra para ficarmos com a casa dela".

Directa, concisa e cortante... tenho aprendido que muitas vezes não posso dar respostas assim, ai mas a vontade às vezes é tanta!

sábado, junho 06, 2009

sexta-feira, junho 05, 2009

Votem, nem que seja em branco, mas votem!

Apesar de ser de Ciência Política, se vos disser que não sei em quem votar, não é mentira. Sei que vou às urnas, mas ainda estou indecisa pelo branco (o voto).
A OM enviou o link de um teste espectacular sobre a nossa posição política, se tiverem dúvidas, façam-no, é útil!

http://www.euprofiler.eu/