segunda-feira, junho 29, 2009

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Não tenho de entender, só tenho de confiar e esperar! Não é isso que Deus nos manda fazer? Afinal Ele é que sabe o que e quando é melhor para nós.

Desperdício

Uma coisa que luto diariamente é contra o desperdício...(talvez seja uma das razões por que tento sempre encaminhar coisas que outros não querem -em bom estado- para pessoas que sei que vão usá-las bem).
Hoje deixaram na caixa do correio um panfleto do Odivelas Parque sobre uma campanha, promoções, etc., mas eram mais os panfletos no chão do prédio (assim todos num montinho), do que os colocados nas caixas do correio. Resolvi informar o Centro comercial do facto, 1/2 hora depois já tinha a resposta:
" Boa tarde
Além de apresentar as nossas desculpas, gostaria principalmente de agradecer a sua disponibilidade e boa vontade em nos alertar para esta situação.
Infelizmente, o controlo que temos sobre o processo de distribuição é reduzido uma vez que não conseguimos fiscalizar todas as equipas do nosso fornecedor.
O seu contacto permitiu-nos constatar que não só o trabalho não está a cumprir as directrizes avançadas, como o timing de distribuição também não corresponde ao adjudicado. Assim sendo, iremos mover junto ao nosso fornecedor as medidas necessárias para que situações destas não voltem a repetir-se.

Com os melhores cumprimentos..."

Na correria do dia-a-dia nem sempre temos a paciência, o tempo para estes pequenos gestos, mas o país podia ser diferente se todos estivéssemos empenhados no mesmo: exigir serviços de qualidade, acabar com o desperdício e servirmo-nos uns aos outros.

um homem enganou meio mundo

Não tenho a mania de andar sempre a dizer que as coisas lá foram acontecem sempre muito mais rápido, que lá é que trabalham bem, etc, etc, embora reconheça que por vezes as coisas em Portugal funcionam mesmo muito mal. O caso Madoff é exemplo disto: apanhou 150 anos de prisão. Em Portugal os que burlam, falcatruam e ganham à conta dos outros, vão para o estrangeiro, a justiça até sabe onde estão, as televisões até lá vão filmá-los (como o Vale e Azevedo) e nunca são punidos pelo mal que provocaram a tantos... A justiça anda agora a investigar o caso do empréstimo ao filho de um administrador do BCP, acham que vai resultar nalguma coisa? Vai, dinheiro gasto pela justiça sem nunca resultar em qualquer pena para o infractor. Vergonhoso, neste aspecto, o nosso país!

domingo, junho 28, 2009

Afilhada







Ontem tornámo-nos padrinhos (embora este termo nos remeta um pouco para a tradição católica, mas pronto) de mais uma menina. Além da Matilde, agora temos a Raquel, nascida a 2 de Junho, com 4.060 Kg, 51 cm, no hospital de Cascais. A amizade que nos une à Sofia e ao Ricardo tem sido fortalecida e o nascimento da Raquel foi por nós vivido com grande entusiasmo... ontem fomos surpreendidos com este convite que muito nos honrou. Estamos felizes e sabemos que temos uma grande responsabilidade na vida desta menina. Ajudar os pais na educação da Raquel, ensinando-a nos caminhos de Deus, para que cresça "em sabedoria, estatura e graça" tal como Jesus. Deus nos ensine a fazê-lo.

sábado, junho 27, 2009

Livro


Estou a lê-lo por motivos profissionais, mas pode vir a ser-me muito útil. Estou a gostar bastante! Diz tanto do que vemos nos que são pais na nossa geração.

sexta-feira, junho 26, 2009

Quase a ir embora

O que é bom acaba depressa (ou melhor, passa mais depressa e por isso se diz que acaba depressa), amanhã estamos de partida para Lisboa. De volta à selva, como eu costumo dizer. Hoje fomos à praia de manhã, andámos muito, talvez uns 3 Km, e à conta disso ainda apanhei um escaldãozito (é o que faz ser branca como a cal, e ao fim de 5 dias de praia estas coisas ainda acontecem). Foi uma semana muito boa, diferente, estivemos só os dois, pensámos, namorámos, conversámos, brincámos, enfim, descansámos e desanuviámos... ah, e ouvimos muitas gaivotas dia e noite, noite e dia. Raramente passamos férias só os dois, porque normalmente vamos para casa dos meus pais no Juncal, ou estamos no acampamento, ou com os meus sogros, por isso esta semana caiu mesmo do céu. Deus é bom e as coisas inesperadas continuam a acontecer, mesmo sem merecermos absolutamente nada.

quinta-feira, junho 25, 2009







Ontem fomos ao FIESA 2009, ver as esculturas na areia. Hoje fomos visitar A Rocha, associação cristã ambientalista, e ainda assistimos a uma prova do campeonato mundial de Kitesurf. Hoje nem fomos à praia, mas é bom fazermos coisas diferentes nas férias. Tem sido um programa interessante e assim sempre variamos. Amanhã é último dia que cá estamos, há que queimar os últimos cartuchos!






terça-feira, junho 23, 2009


Depois destes 3 dias aqui no Algarve chego a uma conclusão engraçada:

Em Belas ouvimos (raramente) os pombos,
no Juncal acordamos com as rolas,
e em Armação de Pêra ouvimos as gaivotas (de noite embalam).

sábado, junho 20, 2009

De férias... outra vez


Sol, sal e sul...

é o que nos espera nos próximos dias. Praia entre as 18h e as 20 h como se fossem quatro da tarde.

quarta-feira, junho 17, 2009

Um novo desafio

Apareceu quase do nada, enviei o CV só naquela de experimentar e a verdade é que estou prestes a enfrentar um novo desafio: ser tutora online da Universidade Aberta. Como bolseiros de Doutoramento em regime de exclusividade, a única actividade que nos é permitida é o ensino. Sendo online, para mim ainda melhor. Na 2ª feira começámos um curso de ambientação à plataforma, e está a ser bastante interessante. "Ver" (ou direi ler) tantas pessoas (somos 32) de origens académicas tão diferentes, com gostos, vivências, experiências, gostos diferentes, mas todos empenhados em dar o seu melhor para poder transmitir o conhecimento ao longo de vários anos a outros que estão noutra etapa deste longo caminho que é a aprendizagem.
Se alguém tem curiosidade sobre este tema da aprendizagem online, pode consultar estes sites:

http://academic.kellogg.edu/online/orient/dlforyou.htm
http://www.youtube.com/watch?v=s8Krd8JzfmM

Um novo desafio me espera e espero (e oro para) corresponder ao que me vai ser pedido.

segunda-feira, junho 15, 2009

as origens...

gostei de ler os blogs que retratavam tão bem (por fotos ou só por palavras) como os amigos passaram o fim-de-semana ou os feriados no regresso às origens... as fugas para o campo, para a terra onde se cresceu na infância sabe sempre tão bem. São poucas as pessoas que ouço dizerem que não querem voltar à sua terra. Por exemplo entre as pessoas que tiveram de sair de África apressadamente há mais de 30 anos, a maior parte quer lá voltar, mas mesmo assim há algumas que nem sequer querem pensar nisso, tal é o desgosto de perceberem que vão ver tudo destruído.
Em Portugal muitos de nós têm a "terra", que mesmo não sendo a nossa (como é o meu caso), é a dos pais, dos avós, dos tios, de alguém próximo. Todos tentamos ter o nosso refúgio longe desta selva urbana.

De regresso...


Ao percorrer a A8, e chegamos à zona de Loures começo a ficar cada vez mais nostálgica... os prédios, os aglomerados, os centros comerciais... sei que estou mesmo de regresso. Hoje foi um desses dias. Estamos de volta, mas só por uma semaninha, porque no Sábado o Algarve espera-nos, se Deus quiser.

Fomos ao teatro


Ontem à noite fomos assistir a uma peça de teatro pelo grupo do Juncal na capital do concelho: a cidade de Porto de Mós. Divertido, inteligente, simples. Foi um momento cultural da nossa 1ª semana de férias. "Que grande tourada" era o nome da peça, e foi mesmo!

sexta-feira, junho 12, 2009

1ª ida à praia


O calor apertou e lá decidimos ir até à praia. Éramos para ir à Nazaré, mas acabámos por ficar nas Paredes (não muito longe do Acampamento), não fosse o vento estava uma tarde excelente. Deu para aquecer e ganhar o gosto para a semana que nos espera (não a próxima, mas a outra) no Algarve.

quinta-feira, junho 11, 2009

passeios




Ontem estivemos mais por casa, hoje mais por fora. De manhã fomos até à Nazaré ter com a sogra, Vó Tina e uns primos do Ricky (e meus, claro), subimos no ascensor ao sítio. Viemos todos almoçar ao Juncal e à tarde passeámos, tomámos café nos bombeiros e passeámos por aqui.
O tempo aqueceu, o sol nao se envergonhou e as nuvens foram para outras paragens.
Resultado: nariz queimadito.
Os familiares voltaram para a selva urbana, e a Sara e o Sérgio (com a Rebeca que nos encheu a casa por 2 dias), voltaram para a Malveira passado um bocado. É bom recber os amigos.
No final do dia estive na varanda do último andar a ler e a orar. É a minha hora preferida do dia.Terminámos o dia com cheiro a doce de damasco que a tia Zita fez.

terça-feira, junho 09, 2009

natureza


Gosto do contacto com a natureza. Gosto de apanhar fruta das árvores. Até gosto de sentir uma formiga a subir-me pela perna e uma joaninha pousada na minha camisola. Gosto do sossego, da silêncio do campo, do cantar dos pássaros, da pachorrice das pessoas que passam por nós na rua.

Férias

Só chegámos no Domingo porque os senhores governantes se lembraram de marcar eleições para um fim-de-semana que seria o início de férias para muitos portugueses (e porque, claro está, ainda não inventaram um sistema que nos permita votar sem estarmos na nossa freguesia).

O Juncal, sempre igual, sempre calmo, sempre convidativo a umas mini (ou mais prolongadas) férias.

Hoje fui aos correios e fiquei chateada com o imenso tempo que estive na fila, 30 segundos. lol.

Fui à frutaria e a cliente que estava à minha frente pôs-se na conversa com a senhora da caixa, e eu à espera. Nós, da cidade, estamos muito mal habituados: ficamos irritados com estas conversas que até nem são de circunstância (porque as pessoas conhecem-se mesmo) que nos fazem ficar à espera de sermos atendidos, e esquecemo-nos que em Lisboa (ou noutra grande cidade) estamos muito mais tempo à espera só pelo facto de sermos muitos mais a ir aos mesmos sítios.
Tenho de aprender que aqui a vida não se vive a mil à hora e que o tempo que se poupa no trânsito, nos transportes e noutras coisas, dá para o cliente que está à nossa frente poder conversar à vontade com a senhora da caixa.

segunda-feira, junho 08, 2009

Uns anos mais tarde, já tinha aprendido que por vezes a ironia e uma personalidade forte atingem mais os outros do que uma resposta torta (apesar de verdadeira). No 8º ou 9º ano, grande parte dos colegas tinha uma mochila Monte Campo, as mochilas da moda que eram tão caras apenas pela marca, mas que, claro está, todos queriam ter. Eu escolhi uma das Dunas, uma marca de uma loja de desporto, que custava metade do preço e assim fui para a escola nem me lembrando sequer da marca da mochila que tinha nas costas...
Um colega logo no 1º dia diz-me:
"Ah, mas tu não tens uma Monte Campo", ao que prontamente respondi:
"Sim, não tenho uma Monte Campo, para quê? Todos têm uma igual, andam-se todos a imitar uns aos outros com coisas iguais. Que piada é que isso tem? Pelo menos eu sou original e uma mochila igual à minha ninguém tem uma!"

Toma lá que já almoçaste. Claro que ele não me disse mais nada, nem sequer teve reacção.

Respostas prontas mas tortas

De vez em quando a minha mãe lembra-se de algumas respostas que eu dava a colegas, a pessoas que encontrávamos na rua... algumas das quais eu nem me lembro. Ontem relembrou-me uma delas.
Eu queria uns ténis de marca e depois de muito insistir a minha mãe tentou mais uma vez explicar-me que por nós sermos 3 imãos, não podíamos ter tudo, que etc, etc... até que eu respondo-lhe:
"Mas a S. (uma colega da escola) tem uns ténis de marca e a mãe é porteira"
"Pois é, mas tu não me disseste que eles parece que estão à espera que a avó morra para irem viver para a casa dela no bairro de Sta Cruz? Mas nós estamos a pagar uma casa e não podemos ter tudo"... e a conversa ficou por ali.

Uns dias mais tarde essa minha colega chateou-me a cabeça por eu não ter uns ténis de marca e eu não a poupei:
"pois é, não tenho uns ténis de marca, mas pelo menos os meus pais têm uma casa, que estão a pagar e não estão à espera que a minha avó morra para ficarmos com a casa dela".

Directa, concisa e cortante... tenho aprendido que muitas vezes não posso dar respostas assim, ai mas a vontade às vezes é tanta!

sábado, junho 06, 2009

sexta-feira, junho 05, 2009

Votem, nem que seja em branco, mas votem!

Apesar de ser de Ciência Política, se vos disser que não sei em quem votar, não é mentira. Sei que vou às urnas, mas ainda estou indecisa pelo branco (o voto).
A OM enviou o link de um teste espectacular sobre a nossa posição política, se tiverem dúvidas, façam-no, é útil!

http://www.euprofiler.eu/